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sábado, 26 de abril de 2008

Assim nasce um Colorado

O texto é longo, mas vale a pena ser lido!

O 23 de abril despertou diferente. O celular bipou, indicando uma nova mensagem, que simplemente dizia: " quero ir. A. "Confesso que nesta hora uma emoção diferente tomou conta de meus pensamentos: filho de simpatizante do rival da azenha, A. estava aceitando um convite meu feito em tom de brincadeira no dia anterior.

Por motivos diversos ele poucas vezes, em seus 9 anos de vida, foi a jogos de futebol. E nesses poucos, sempre no campo do rival. Ele queria, agora, conhecer o lado vermelho da força. Para quem tinha como lembrança de maior conquista de um time, um jogo cantado em prosa, verso e dvd que, resumidamente, narra a história de uma volta apertadíssima a elite do futebol brasileiro conquistada sobre um medíocre e pífio adversário, o fato de querer adentrar no Gigante erguido a beira do rio e sentir como era o " outro lado ", não é tão estranho assim, talvez motivado pelas minhas narrativas emocionadas que, ironicamente, nem sempre se compunham de vitórias e conquistas mas de derrotas e perdas que enrijeceram o o coração de todo colorado, tal como o meu primeiro grenal no Gigante quando, aos 7anos de idade, não entendia e achei estranho aquele silêncio sepulcral ao meu redor e aquela pequena porção da torcida do outro lado do estádio que, vestida de uma cor diferente, pulava e comemorava dentro da nossa casa o quarto gol do seu time. Ainda estavam por vir a derrota para o Nacional em 80...... a sensação de impotência de ver Bobô levar a taça do Brasileirão 88 para a Bahia e, meses mais tarde ver mais uma vez a Libertadores tão sonhada escorrer por entre os dedos e pelo pés de Nilson, o mesmo matador que deu uma das maiores alegrias da vida alvi rubra, no grenal mais emocionante da história.

Ele achava estranho o fato de ter passado e agüentado toda a minha infância e adolescência nos anos 80 e 90 sendo taxado de perdedor. De torcedor do time do quase. Do eterno vice. Daquele time que, parecia, estava fadado a viver sempre a sombra das grandes conquistas. Como era duro e difícil ir para o colégio nas segundas feiras após mais um domingo de jogos sabendo que seria alvo de todo tipo de chacotas e, pior, ver seus aliados pouco a pouco desistirem da luta e se juntarem aos inimigos.

Lembrava a ele que sem fé, perseverança e muito trabalho não chegamos nunca a vitória. Eu, e toda Nação Colorada tinhamos agüentado todo tipo de flauta e escárnio de uma torcida adversária que, marcada pela soberba e arrogância, nunca nos deixava em paz. E tivemos fé. E toda essa perseverança foi recompensada no apito final de Horácio Elizondo na fria e chuvosa noite de 16 de agosto de 2006 quando, finalmente a América estava definitivamente conquistada. E eu novamente estava lá, chorando como uma criança e relembrando todos martírios passados naquele mesmo Templo.

Alegrias maiores ainda estavam por vir quando, meses mais tarde, no outro lado do planeta, o dream team do futebol mundial foi abatido pelo exército vermelho que, vestido de branco e liderados pelo agora Capitão do Mundo, Fernandão, deu a maior mostra do que a humildade e o trabalho perseverante podem nos proporcionar. A vitória sobre o Patchuca, coroando triplamente um ano de glórias, foi a cereja de um bolo degustado em Dubai quando, mais uma vez o mundo viu o Gigante se erguer e abater mais dois dos maiores times do planeta.

Pois A. estava disposto a ver, ao vivo e a cores, se tudo isso era verdade. Se o arrepio que eu dizia sentir quando o escrete colorado adentrava na arena erguida a beira do rio tinha fundamento. Se o rugido vindo das arquibancandas pintadas de vermelho sangue ecoava no coração de cada um dos presentes e embalava os 11 guerreiros dentro de campo rumo a mais uma vitória.

E, definitivamente, 23 de abril era um dia diferente. Era dia de Jorge. Dia de um Guerreiro. E, como tal, o time escarlate precisaria lutar como um Leão e fazer o quase impossível. E lá estávamos, sob a lua de Jorge e no lugar onde sempre fiquei desde que me conheço por Colorado e de onde assisti as piores derrotas e as maiores vitórias, quando os 11 guerreiros pisam retumbantes o relvado verde, vestido com o manto branco das grandes e memoráveis conquistas e o Gigante, como que tomado por um êxtase coletivo, pula e grita sem parar. Olho para A. e vejo seus pequenos olhos brilharem ao verem aquela cena.Nesse momento ele se dá conta que a sua camiseta, sugestão de imparcialidade de uma torcedora rival, mas preocupada e zelosa mãe, era do mesmo branco do exército que entrava em campo. Ele toca o branco, me olha e sorri. Estava apresentado à maior torcida do Rio Grande e a mais apaixonada do Planeta.

O que estava previsto para ser difícil ganha tons quase trágicos. A bola não tinha percorrido mais do que poucos metros quando um dos guerreiros de branco tomba desacordado. A ambulância ainda estava a beira do palco verde quando o adversário, aproveitando a preocupação do time colorado pelo companheiro abatido, abre o placar e desenha aquilo que era mais temido por cada um dos 41 mil presentes: a necessidade sobre-humana de fazer 4 gols em 88 minutos. A. me olha assustado e pergunta: " e agora ? ". "Agora", eu respondo, "é que tu vais saber porque eu sou e porque tu vais ser Colorado". Confesso que essas palavras saíram como que em golfadas de desabafo. Eu também estava abatido pelo absurdo. Mas ainda existia um fio de esperança. E o torvelinho humano instantaneamente começou a ecoar seus gritos e cânticos de guerra. A. ao meu lado sobe na cadeira da social para ter a visão do espetáculo que agora iniciava, por que, daquele momento em diante ninguém mais lembraria que existem cadeiras no Beira Rio. A ordem era empurrar o time e, sentados, não se chegaria a lugar algum.

Quando a bola sobra para o pé direito de Andrézinho e a rede da goleira do gigantinho estufa, me lembro de uma outra virada histórica que também presenciei e que iniciou ali, em 1989, quando Nilson, comandado pelo jovem Abel Braga e tendo como jogador adversário outro jovem, Bonamigo, que no momento atual estava a beira do gramado com a missão de segurar um resultado de 3 a 0 para o time, decreta a passagem para a final de um campeonato Brasileiro em um grenal que a história cunhou de secular. O Gigante, que já estava desperto, emite um rugido que faz tremer Porto Alegre. Os sismógrafos que no dia anterior registraram 5.2 na escala Richter de um tremor vindo a mais de 200 km da costa brasileira, agora captavam algo mais próximo. Captavam a fúria de 11 leões e 41 mil ensandecidas testemunhas que iniciavam naquele instante mais uma epópeia vermelha. A. parece não acreditar. Me olha. Sorri. Eu respondo com outro sorriso um abraço e, olhando nos seus olhos, penso mas não digo: " tu vais ver o que é sofrer junto com um time, guri. E queira Deus que depois de toda essa tempestade o sol brilhe com todo o esplendor".

E não demorou muito para que os primeiros raios desse sol aparecessem no horizonte vermelho. Aquele que atende pela alcunha de Indio e que, se assim o fosse, seria um legítimo pele-vermelha, mais uma vez faz explodir o Gigante que balançava intrépidamente. Dessa vez A. não ficou indiferente. Ao ver aquela massa vibrar e no silêncio ensurdecedor do grito que ecoava na beira do Guaíba, foi mais um que sentiu: vamos conseguir. Eram 4. Só faltam mais dois. Seu sorriso e a tímida, mas primeira e sincera vibração com um gol do Colorado, denunciavam isso.

A expulsão de dois adversários e um dos nossos guerreiros pôs mais fogo naquele caldeirão que poucas vezes fez jus a essa definição. Aquele que tinha por missão substituir o goleador colorado da temporada e aparentemente insubstituível Alex, desloca o arqueiro adversário e decreta: falta só mais um. O predestinado André, que sonhou com um gol de pé direito acabava de fazer o seu segundo do dia. O Colorado impetuosa e furiosamente avançava sem dó sobre o adversário que, acuado, vê sua área ser invadida por todos lados e de todos os jeitos. A. nesse momento, já entoa junto com a nação alvi rubra o " Vâmo - Vâmo Inter ", me abraça e não fala nada. E não precisa. Eu sabia que mais um colorado estava nascendo ali naquele momento.

O segundo tempo veio logo, na continuação de um intervalo em que, parecia combinação, a torcida não parou um minuto sequer de entoar seus cânticos, como que para não deixar esfriar o já fervente caldeirão vermelho. Faltava mais um. E era atrás desse gol que nós iríamos. E ele quase veio na meia bicicleta do menino gigante Nilmar. Seria demais para os corações colorados um golaço daqueles. Faltariam aparelhos de reanimação cardíaca nos postos médicos do Beira Rio, que já haviam atendido um dos 41 mil presentes. E, do meu lado, um jovem coração de 9 anos, estava se tornando definitivamente vermelho.

E ele demorou um pouco mais que o esperado, mas chegou. Magrão, acalma a bola no escudo tríplice coroado e bate com categoria em direção a goleira iluminada do placar. Àquela mesma que ainda reflete as cabeçadas certeiras de Dom EliasFigueroa e Paulo César Tinga. E quis o destino que ali fosse o gol da classificação. Num misto de alegria, êxtase e admiração a nação alvi-rubra se abraçava e chorava e, dentre eles, estava mais um que, entre lágrimas que chegaram a me assustar, me disse, soluçando: " obrigado por me trazer aqui ".

E o tempo, aquele que até minutos atrás passava com uma velocidade espantosa passou a ser medido em horas. Os minutos se tornavam dias. Acuado e desesperado, o adversário se lançava ao ataque e, em uma desatenção do já exausto time escarlate, ataca fulminante em direção do gol defendido pelo gigante Clemer. A bola passa e o Beira Rio sente o pior. Um revés naquele instante decretaria o final de uma história com contornos heróicos de forma trágica. Mas era 23 de abril. Noite de Guerreiros e de lua cheia. E todos viram uma trave que, tal qual a lança de Jorge, apara milagrosamente a bola, que logo a seguir é abraçada com todas as forças por aquele que veste a camisa que um dia foi de Manga e Taffarel.

No meio desse turbilhão estava ele, o Capitão do Mundo, tal qual um maestro, orientando os guerreiros vermelhos. Faltava o gol desse predestinado. E ele veio. Faltava calar de vez o Dragão que horas atrás assombrava o Gigante. E Jorge, pelo corpo de Nilmar colocou a sua lança nas mãos do Capitão que decretou sua morte de forma definitiva em chute certeiro e, ajoelhado com as mãos elevadas ao céu, simplesmente falou, acompanhado de 41 mil previlegiadas testemunhas: " obrigado ".

E então Wagner Tardeli apontou o centro do campo. Os guerreiros de dentro do campo vieram saudar os guerreiros que os apoiavam. A comunhão de sentimentos era unânime. A. parecia estar em transe. Ele nunca tinha visto nada igual. Não falamos nada. O abraço fraterno entre, agora, dois verdadeiros colorados falaram mais do toda e qualquer palavra dita naquele momento.

Já passava das 2h do dia 24 de abril quando A. chegou em sua casa. Já na porta de entrada encarou a mãe, agora adversária que não sabia se ria ou chorava, e decretou:
"Como é bom ser colorado".

Relato do Colorado José Antônio na comunidade do Inter.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Onde o Gigante não ri nem chora


No meio da empolgação, da gritaria e da loucura dos minutos que antecediam a partida, por algum motivo, eu direcionei o olhar à torcida adversária. Das suas bocas e gritos opacos, escorria a baba de uma empáfia monumental. Num delírio de soberba, num acesso de presunção desmedida, ousavam ironizar Fernandão. Em verde e branco, salpicados de preto e azul, eles proferiam o nome do capitão num tom de chacota, guinchando um riso de hiena que tantas vezes eu havia visto. Lastimei. Não pelo camisa 9, maior que todos. Menos ainda por eles, o nada em esmeralda. Me consternei mesmo pela arquibancada, por aquela velha nesga do Gigante que cumpre sua sina infinda de abrigar os que vêm de fora. Por segundos, me detive naquele cimento frio e úmido, tristonho e gris como outono. Duro, carrancudo, inóspito, invernal.

Notei ali um solo quase pagão, condenado à pena irrevogável de ser um estranho em si mesmo. Pobre concreto, lamentei. Nossa gente te renega, te deixa empoeirar. Veneramos o teu oposto! É sempre do outro lado que tudo acontece. É lá que a magia surgiu e se renova, a cada quarta ou domingo, para jamais morrer. Lá que ela acorda ao som dos bumbos, se alvoroça no tremular das bandeiras, flutua e ganha o mundo nos cantos que não se calam. É tão mágico o teu espelho, é tão bendito aquele costado, que o sol o escolheu para cama.

E tu, solo enjeitado? Enquanto o ginásio espiava sobre o teu ombro, tu viveste tudo, foste partícipe de epopéias, glórias incontáveis. Das tardes do Tri às noites da América. Tudo. Mas quem em ti viveu? Quem em ti foi Inter? Parece que a vida corre no teu arrabalde, à tua margem. Nunca contigo.

A verdade, meu chão, é que quem te pisa não te merece. Quem te ocupa não te respeita e de ti não é digno. Mas tu, solo guerreiro, cumpres o trabalho sujo de sustentar o que não convém ao Gigante, o que a ele será sempre estranho e menor, o que já vem com o destino traçado. Tua fatia diminuta e esquecida é uma espécie de cadafalso, é a beira do abismo materializada em ferro e areia.

Tu és a boca do Gigante, a quem tudo e todos engole. Quem por ti adentra, acaba deglutido em 40 mil vozes, amassado por 22 pernas. Vendo de longe, teus degraus são uma espiral. Por eles, tal qual uvas, escorrem os restos, os bagaços mortos em direção ao portão.

Às 17h30min de domingo já não havia alma alguma no lado oposto da Popular. Não se via copo nem bandeira, não se ouvia grito, nem eco, nem fantasma. O setor dos visitantes, onde vários já tombaram, onde tantos sucumbiram, onde todos se curvaram, estava nu. E aquela bocado da Inferior, tão Beira-Rio quanto todo o resto, tão Inter como todos nós, parecia fitar o céu. Sobrepostas, suas escadas de cimento lembravam dentes cerrados. Não ria nem chorava. Mas tinha o semblante sarcástico, tal qual a fera que engole a presa fácil e palita o dente com os ossos.

Como por encanto, as 700, 800 pessoas que ali bradavam contra o capitão não mais existiam. Envergonhado da sua origem, o som dos lábios que tentavam menosprezar o maior jogador gaúcho dos últimos 30 anos bailou no ar e juntou-se ao berro apaixonado da massa. Agora ele também era todo louvor ao homem que nasceu com a missão de reerguer aquilo que jamais caiu, de engrandecer o que nunca foi menor, de fazer do Sport Club Internacional, enfim, o que todos sabiam que ele era, o maior do mundo.

Fernandão já deixou de ser apenas um bom jogador de futebol há muito tempo. O capitão é muito mais que isso. Fernandão, hoje, é um duplo. E nessa dualidade se encerra quase toda a polêmica que possa haver em torno de seu nome.

Amigos, atentem para quando Fernandão correr. Olhem o corpo esguio, a passada elegante, briosa do capitão, a melena febril saltando-lhe na nuca, os braços vivos dando a diretriz, indicando a jogada, postados tal qual um relógio em dez para as duas. Notem que ao lado do Fernandão atacante, de meias e caneleiras, corre um espectro.

Sua silhueta é idêntica à do camisa 9, porém diáfana, transparente, cintilante, perispíritica, coberta de faixas, medalhas, alçando taças de tamanhos e tonalidades diversas. Este é o Fernandão histórico.

Por Centenários ou Jaconis, Morumbis ou Maracanãs, Fernandão carrega consigo o seu duplo, forjado em seu próprio talento, montado na matéria-prima de seu mérito e qualidade, costurado em cabeçadas, pênaltis e assistências, em choros e gritos, Yokohamas e Quitos. Fernandão é um centauro, meio boleiro, meio mito. E aqui dissolve-se todo o mistério que envolve o centroavante. Hoje, é impossível dissociar o Fernandão humano, falível, do Fernandão eterno e mágico. Por isso, sempre que se criticar o Fernandão terreno se atingirá o Fernandão do Olimpo. Sempre que se santificar o Fernandão imortal se estará canonizando o de carne e osso. Um é escudo do outro, um é ferida do outro. Ao mesmo tempo, vivem numa briga voraz – mas de resultado óbvio – para manterem-se em simbiose.

Em jogos como o de hoje, em massacres, em chacotas, em expurgos, em humilhações como a de hoje, o Fernandão homem enfraquece, morre mais um pouco. O Fernandão insosso, de correr arrastado e improdutivo, o Fernandão ‘que já deu o que tinha que dar’ tonteia e quase desfalece. Já o Fernandão histórico, armário vivo de glórias, cume do panteão colorado, se fortifica e ganha ainda mais vida, acelera o processo irreversível que o tornará único. Alimentado pelo Fernandão humano, o mítico e eterno capitão colorado se faz soberano a cada taça que levanta, em cada batalha épica vencida, no gramado santo do Gigante, embaixo das nossas mãos estiradas, de nossos punhos fechados, de nossa visão embaçada.

Chegará o dia em que, na sombra de uma nova conquista, o capitão erguerá seus braços às nuvens novamente e não mais voltará, sorvido pela sua predestinação.

Hoje, Fernandão é o melhor pivô do futebol brasileiro, terrível na bola área, inteligentíssimo no tabelamento, leão nas decisões. Fernandão não se encerra nisso, tampouco na liderança incontestável ou na postura altiva de rei justo, tanto em campo quanto fora dele. O capitão é ideal de jogador, paradigma, matriz quase sem cópia. Fernandão é aquele a quem gerações inteiras se curvarão ao infinito por tudo que ele foi e representa. E quem tentar desdenhar de Fernandão, quem pensar que pode menosprezá-lo, sucumbirá na quimera burra de atingir o homem, mas fatalmente receberá de volta a pancada do mito. Essa, muito mais forte e dolorosa. Tonteará, cairá, será cuspido e pisoteado. Seis, sete, oito vezes. Tombará no solo em que todos tombam. Sumirá onde todos somem.

Lá, onde o Gigante não ri nem chora...

EMANUEL NEVES

segunda-feira, 17 de março de 2008

Projeto Gigante Para Sempre




PRESIDENTE APRESENTARÁ PROJETO 'GIGANTE PARA SEMPRE' NA CÂMARA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE

O presidente Vitorio Piffero visitará a Câmara Muncipal de Porto Alegre nesta segunda-feira (17/3), às 16h30min. Em sessão especial, Piffero fará uma exposição aos vereadores sobre projeto de modernização do Beira-Rio, denominado 'Gigante Para Sempre'. Segundo o presidente da Câmara, Sebastião Melo, será uma oportunidade para que os vereadores e a sociedade porto-alegrense conheçam os detalhes do projeto que deverá ser submetido futuramente para apreciação do Legislativo.

"Certamente será uma oportunidade para que os vereadores conheçam oficialmente as melhorias do estádio, além das obras complementares, e terão a possibilidade de obter maiores subsídios sobre os impactos urbanísticos para a cidade", afirmou Mello.

A torcida colorada está convocada para comparecer à Câmara e prestigiar a apresentação do projeto 'Gigante Para Sempre' conduzida por Piffero.

ANTES DE CRITICAR TEM QUE CONHECER O PROJETO QUE SERÁ APRESENTADO PARA TODA POPULAÇÃO DO RS

ENTRADA FRANCA
SEGUNDA - 16h30min
CÂMARA DE VEREADORES DE POA

segunda-feira, 16 de março de 2009

Visita ao Gigante da Beira-Rio

Videos e fotos da visita que fiz ao Gigante neste domingo com a galera do Consulado Humaitá/Porto Alegre pra conhecer as dependências internas, as Taças e o gramado sagrado do Beira-Rio.

VIDEOS

Taças Coloradas



Visão 360º do Gigante, do centro do gramado.


Visão dos Camarotes do Beira-Rio


FOTOS
(Clique nas imagens para ampliar)

Com as Taças da Libertadores, Recopa, Mundial FIFA, Dubai Cup e Fernando Carvalho (1º Turno do Gauchão 2009)

Recopa, Libertadores e Mundial FIFA

Suite nº 05 (Ford)

Painel para fotos (Salão dos Camarotes e Suites)

Painel do Projeto "Gigante Para Sempre"

Painel em neon (Salão dos Camarotes)

Banco de reservas

Sai que é suuuua Sapuuuulha!!!! [/galvão bueno]

Arquibancadas inferior e superior vistas do gramado

Aqui começa tudo...

Arquibancada social vista do gramado

Bar (Salão dos Camarotes e Suites)

Área de Imprensa (Gramado)

Túnel de acesso ao gramado

Sala de Imprensa (Coletivas)

Cabines de audio da sala de imprensa

Cabine de audio (Rádio Gaúcha)


Veja todas as fotos da visita clicando AQUI.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

ELES estarão no Beira-Rio hoje! E tu?

Fernandão e Rafael Sóbis estarão hoje no Gigante da Beira-Rio torcendo e apoiando o INTER contra o Flamengo.

Por isso eu faço um pedido a galera colorada que frequenta o Beco e vai no jogo: Junte sua voz a desse ídolos colorados e apoie o time do primeiro ao último minuto, não importa o que acontecer, o INTER precisa MUITO do teu apoio hoje!!

Não vai ao Beira-Rio? Coloque a bandeira na janela, vista a camisa, convide seus amigos para assistir ao jogo e incomode os "secadores"... Faça a sua parte!

AGORA É GUERRA! VAMO! VAMO! INTER!!



Clique AQUI e saiba mais sobre a visita dos ídolos ao Gigante!

INFORMAÇÕES SOBRE A PARTIDA
(Clique na imagem para ampliar)



Saiba mais sobre o jogo clicando AQUI!

Daqui a pouco tô de saída pro Gigante! Fui! Até amanhã!

sexta-feira, 25 de maio de 2007

Projeto GIGANTE PARA SEMPRE

Vídeo do projeto do novo Beira-Rio, apresentado pelo Sport Club Internacional.

O vídeo é dividido em três capítulos:
1) Breve História de um Gigante
2) O Beira-Rio Atual
3) Projeto Gigante Para Sempre

Nesta versão o vídeo foi reduzido cerca de dois minutos para se adaptar ao máximo de 10 minutos de duração do youtube.




FICHA TÉCNICA:

Hype Studio (www.hypestudio.com.br)
Projeto Arquitetônico: Arq. Fernando Balvedi
Arq. Gabriel Garcia
Arq. Maurício Santos
Roteiro: Leo Garcia
Edição: Lufe Bollini
Direção de Arte: Luiza Ollé

quarta-feira, 19 de março de 2008

"Gigante" nos cinemas alemães



Segundo documentário mais visto no Brasil em 2007, longa colorado estréia fora do país! Um dia após a comemoração de seu 99º aniversário, o Sport Club Internacional ganhará um presente muito especial. Em 5 de abril, o filme Gigante — Como o Inter Conquistou o Mundo, que narra a conquista colorada do Mundial de Clubes da Fifa de 2006 sobre o Barcelona, fará sua estréia internacional.

O longa-metragem está inserido na programação do 11-mm — Festival Internacional de Filmes de Futebol, que acontece entre os dias 4 e 7 de abril, em Berlim, Alemanha. Para facilitar a compreensão do público europeu, o título foi traduzido para "Giant — How Inter Conquered the World", e o cartaz também passou por uma adaptação. No festival, o áudio original em português será mantido, e o filme ganhará legendas em inglês.Na opinião do vice-presidente de marketing do clube, Jorge André Avancini, a participação do filme em um festival estrangeiro é um prêmio à qualidade da obra:
— Trata-se do reconhecimento ao trabalho realizado e à relevância da conquista do clube. Por isso, estamos muito felizes e orgulhosos por essa exibição internacional.

Recordes
Gigante foi lançado no Rio Grande do Sul em novembro de 2007. No mês seguinte, estreou em circuito nacional em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba e Florianópolis. Em pouco mais de dois meses, foi assistido por mais de 24 mil pessoas apenas nos cinemas, o que deu a ele o título de segundo documentário mais visto de 2007 em todo o país. A história da mais importante conquista colorada também rendeu a venda de 49 mil DVDs somente no sul do Brasil, transformando-o no mais vendido de todos os tempos na região.

Assista ao trailer do filme colorado:


Teu negócio é FILME B? Tá a fim de ver o filmeco das gazelas?
Procura nas piores locadoras, na seção COMÉDIA!
Ou em um cineminha pornô-gay!


Créditos ao Marco, da Comunidade Inter [2]

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Blog "Imagens do Gigante"

Meu camarada Ingo (o paparazzi do Beira-Rio) tá lançando hoje o blog "IMAGENS DO GIGANTE"... O post de estreia tem as fotos que ele tirou ontem no treino da "SeleNike" no Beira-Rio. São várias imagens em alta resolução, vale a pena conferir!

Clique AQUI para visitar o "IMAGENS DO GIGANTE"

(Clique na imagem para ampliar)



Tá, Ingo! Já fiz o "merchandising", agora pode me pagar aquelas GELADAS! hasuhaushuahsuahsuahsuahuahsuahsuashua...

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Copa 2014 é no Gigante da Beira-Rio!



Agora é oficial! Porto Alegre será uma das cidades-sede da Copa do Mundo de 2014, no Brasil. O anúncio foi feito pela Fifa, neste domingo, em Nassau, nas Bahamas.

O Beira-Rio é o estádio indicado para receber jogos da Copa na capital gaúcha. Com a execução do projeto de modernização ‘GIGANTE PARA SEMPRE’, a casa dos colorados irá atender a todas as exigências estipuladas pela Fifa.





Clique AQUI e compre a camiseta "A Copa do Mundo é NOSSA!"

Conheça o projeto "GIGANTE PARA SEMPRE".



Fonte: Site do INTER.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Projeto Gigante Para Sempre [3]

Começaram as reformas das arquibancadas do



Mesmo sabendo que o Beira-Rio vai ficar ainda melhor
depois das reformas, dá um "aperto no peito" ver essas imagens, né?

Clique AQUI e saiba tudo sobre o 

segunda-feira, 23 de março de 2009

Projeto Gigante Para Sempre [2]

O Internacional possui o projeto de remodelação do Complexo Beira-Rio denominado 'Gigante Para Sempre'. A partir desse projeto de modernização - que foi aprovado de forma unânime pela Câmara de Vereadores de Porto Alegre em dezembro de 2008 - o clube se adaptará às mais recentes exigências e padrões internacionais do futebol, pronto para sediar qualquer jogo nacional ou internacional, com um complexo esportivo sustentável.

A casa do Clube do Povo continuará sendo motivo de orgulho para todos os colorados e para todo o Brasil, que passará a contar com um dos mais modernos e belos complexos esportivos do mundo.



Posts relacionados: AQUI e AQUI.

terça-feira, 16 de junho de 2009

100 Anos do Gigante

Homenagem aos 100 Anos do INTER, o Gigante Colorado!



Dica do Jersio. Valeu, Colorado!

terça-feira, 3 de abril de 2012

Gigante da Beira Rio, Anos 70

Cenas raras do GIGANTE nos anos 70!

segunda-feira, 30 de março de 2009

O Novo Placar Eletrônico do Beira-Rio


O novo placar eletrônico foi instalado no Gigante, no mesmo lugar do anterior. O painel, de led em alta definição, tem uma resolução parecida com uma tela de plasma e terá sistema de som integrado com o do estádio. Dessa maneira, o equipamento tem condições de exibir vídeos e imagens com grande qualidade.

O novo placar tem 8m90cm por 4m80cm, enquanto o antigo tinha 8m90cm por 2m80cm. A parceria entre Inter e a Visio Core, empresa responsável pelo placar, proporciona que ele permaneça por dois anos no Gigante.




Créditos do vídeo: Bruno, da comunidade do Inter.

Saiba mais no SITE DO INTER e no TORCIDA RBK.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Carta aberta ao S.C. INTERNACIONAL



INTER amado, te escrevo estas parcas linhas para te dizer que ontem, hoje, quarta-feira que vem e para todo o sempre estaremos contigo, JAMAIS VAMOS TE ABANDONAR. Vamos meu Inter, te levanta! Levanta, sacode a poeira e começa, de uma vez por todas, a dar a volta por cima. A lona não é o teu chão, é só o trampolim para mais uma virada histórica no teu curso. Nós acreditamos em você!

Escrevo prá te dizer que como diz a música que entoamos com tanto amor e tanta paixão nas arquibancadas do Gigante da Beira-Rio, na quarta-feira contra o Cerro do Uruguai "Estaremos Contigo". Mesmo que venhas de 6 jogos sem vitórias; mesmo após duas derrotas desastrosas para os modestíssimos Zequinha e Caxias; mesmo que estejas a 2 jogos sem marcar um golzinho sequer; mesmo que muitos dos que estão no seu comando não mereçam estar lá; mesmo que muitos que vestem o teu manto sagrado não o mereçam estar vestindo; mesmo que muitos dos que calçam chuteiras não mereçam sequer pisar no gramado mais do que sagrado do nosso estádio; mesmo assim, "Estaremos Contigo".

Vou ser bem sincero com você meu Colorado, em parte tu que és o culpado por toda esta insatisfação da torcida para contigo mesmo, pois nos acostumastes mal, pois não existe nenhum time (eu disse NENHUM!) em todo este continente que seja CAMPEÃO DE TUDO. Só você meu Inter, só você. E como você acha que o teu povo se sente tomando lambada atrás de lambada? Sei que a culpa não é sua, que estás à mercê do Fossati e da sua falta de convicção de esquemas; entendo que não tens culpa pelos gols inacreditáveis que o Alecsandro, que o Taison e os outros atacantes vem absurdamente perdendo; sei que não tens culpa por nossa defesa ser velha e lenta; sei que depois de ter em seus braços craques como Falcão, Valdomiro, Figueroa e Fernadão é duro ter que se acostumar a ver alguém chamar o tal de Wilson Mathias de "espetacular". "Espetacular???"... não, não precisa querer tentar entender, meu Inter. O teu silêncio, neste caso, a gente entende.

Nestas últimas semanas o teu povo tem sofrido muito, está desgostoso, não acredita mais em você e para piorar ainda mais, o time do lado de lá da cidade está encarreirando vitórias e bons jogos e começa a achar que quem manda aqui não veste a tua cor. Mas que afronta(!), tanto prá você quanto prá nós. Mas não te apoquentes, pois teu exército de Peles-Vermelhas jamais te abandonará, tua saga continuará por milhares e milhares de anos e sempre haverá alguém para te saudar, te amar e te empurrar para cima sempre! Acredite em nós como nós acreditamos em você!

Por isso que eu te digo, amado Colorado: levanta! Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima. Tu podes, tu és Gigante, tu és vermelho! O teu passado mostra que sim, que tu podes. Tua fanática, apaixonada e fiel torcida sabe que tu podes e é por isso que na quarta-feira ela estará lá, do teu lado, cantando, te empurrando, te turbinando incessantemente pelos 90 minutos desta decisão. E se por um acaso, por qualquer motivo que seja, te sentires fraquejando, não te preocupes, pois a massa rubra, o mar vermelho, que virá transbordando com hordas e hordas de Colorados de todos os pagos do Rio Grande e do Brasil te ajudará a te reergueres, pois sempre e para sempre, "Estaremos Contigo".

Até quarta-feira e depois do jogo a gente conversa. Sorrindo, é claro!

Te amo meu Inter e nada vai nos separar, não te esqueças nunca disso.

Enviado por Klaus Kaiser

segunda-feira, 10 de março de 2008

Colorados, torcedores apaixonados

Uma noite perfeita no Beira-Rio...

Gigante lotado pra ver mais uma vitória colorada, show dentro e fora de campo e momentos emocionantes nas arquibancadas...

O malandro André aproveitou a comemoração do primeiro gol colorado, marcado por Magrão, pra pedir a Tati em casamento. O gol foi filmado pelo André e o pedido de casamento filmado pelo Guto, tio dele.

Assista a esse belo momento no vídeo abaixo:


Não poderia deixar de mandar minha mensagem ao casal colorado:


Golaço do Gil, também filmado pelo André.


Outra grande emoção foi "Ola" puxada pela galera da Camisa 12, sensacional!!!

Pra mim a emoção foi diferente, no sábado (dia do jogo) foi o sétimo dia do falecimento de meu Pai e eu queria muito prestar uma homenagem a ele dentro do Beira-Rio.

O coloradaço Fred teve a grande idéia de mandar um e-mail pro marketing do Inter na sexta-feira pra ver se rolava um minuto de silêncio em memória do meu Pai antes do início da partida. Seria a homenagem perfeita para um colorado fanático, sócio-fundador do clube. Fiquei entusiasmado com a possibilidade disso acontecer mas já esperava que seria difícil, imagina fazer um minuto de silêncio pra cada grande colorado falecido?

Mesmo sem ter recebido nenhum tipo de confirmação via e-mail por parte do marketing do Inter cheguei no Gigante com aquela ponta de esperança de que o minuto de silêncio iria acontecer... não aconteceu... confesso que fiquei meio decepcionado...

Mas como disse o Fred: "O destino quis a homenagem"...

No segundo tempo fui entrevistado na arquibancada pelo Lucianinho (Rádio Gaúcha) e pude fazer, de outra forma, a homenagem que queria fazer a meu velho lá de dentro da nossa "segunda casa". Além da homenagem falei sobre o jogo, que o time estava movimentando bem e que logo sairia outro gol... Dito e feito: 5 minutos depois o Gil marcou aquele belo gol! Tenho certeza que o Pai ajudou a empurrar aquela bola para as redes!

Depois do final do jogo tirei a tarja preta que levei amarrada no braço esquerdo e amarrei na cadeira que assisti o jogo, meu jogo de número 81 no Beira-Rio... Inter 2 x 0 e a sensação do dever cumprido! Descanse em paz meu Pai!

sábado, 29 de dezembro de 2007

És realmente Imortal?



Me chamo Internacional, para aqueles que me conhecem melhor, Clube do Povo, e para os mais chegados, simplesmente Inter. Eu, ao contrário de muitos, sou humilde. Comemoro minhas conquistas, e jamais me escondo quando perco. Tenho orgulho de meus seguidores. Eles me sustentam, ergueram a mim e à minha casa. Serei eternamente grato a eles por isso.

Mas jamais farei com que eles se rebaixem aos do lado de lá. Jamais farei com que eles precisem ofender a ti, rival. Também não precisarei que eles depredem o que é teu, como os teus outrora fizeram comigo. Eu serei o suficiente para eles. Eles me amam, estou consciente disto, e o amor deles, pode ter certeza, é maior que tudo... Já conquistou até o mundo.

Para tudo isso, não precisei me denominar “Imortal”, como fazes. Afinal, para mim, imortal é aquele que jamais perde, que jamais cai, que jamais morre. Que vence todos, que é imbatível. Imortal não é aquele que bate nos fracos e cai à frente dos grandes. Tenho consciência de que não sou imortal. Mas pelo jeito tu não tens. Precisa mostrar a todos como és “grande”, e acabas te esquecendo do mais importante: Orgulhar àqueles que te amam, fazer com que cada vez mais eles te apóiem. Fazer como eu faço.

Trave batalhas memoráveis (realmente memoráveis, contra alguém do teu patamar), desbrave novas terras, faça com que o mundo se curve a ti! Se um dia conseguires fazer isto, serás gigante. Gigante como eu, como minha casa e como a nação que me segue. Fará com que todos se lembrem de ti não por tua arrogância, ou pelos atos de vandalismo, por causa das tuas glórias. Talvez um dia consiga tudo isso que aconselho a ti.

Enquanto isso, continuo cuidando de mim e de orgulhar àqueles do qual me orgulho. Continuo sendo o Clube do Povo, sigo minha senda de vitórias. Mas não deves esquecer de conquistar novas terras, de lutar, vibrar, gritar e depois comemorar todo o resultado do teu esforço. Afinal, assim, talvez um dia possas ser tão “Imortal” quanto desejas.

Um abraço do seu eterno Pai
SPORT CLUB INTERNACIONAL

terça-feira, 6 de abril de 2010

Beira-Rio 41 Anos

Hoje o BEIRA-RIO, a CASA DO CLUBE DO POVO completa 41 Anos!











Saiba mais sobre o GIGANTE!
Capacidade: 56 mil pessoas

Recorde de público: 106.554 (Seleção Gaúcha 3x3 Seleção Brasileira - 17 de junho de 1972)

Medida do campo: 108 metros de comprimento x 72 metros de largura;

Tipo do gramado (dotado de sistema de drenagem): Bermuda Green (importada dos EUA);

06 Bilheterias/35 guichês;

26 portões;

6 elevadores (dois nas Cadeiras, um nos Camarotes, dois no Ginásio Gigantinho e um no pórtico
de entrada do estádio);

39 banheiros (20 masculinos e 19 femininos);

Loja InterSport, Agência Banrisul, Loja de Produtos Tradicionalistas 'Cosa Gaúcha', Churrascaria Montana Grill no Parque Gigante;

18 suítes equipadas com ar condicionado, internet, sofás, mesas e televisão;

4 vestiários, sendo 2 para o time profissional com banheiras de hidromassagem, área técnica, área para aquecimento, departamento médico, 1 para os árbitros e 1 para as categorias de base;

4 campos suplementares de treinamento das categorias de base e do time profissional;
Estacionamento para 4,5 mil veículos

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Comunidade "INTER, Um Clube Gigante"

A Comunidade "INTER, UM CLUBE GIGANTE" chegou aos 15 Mil participantes e para celebrar o número, o meu camarada e dono da comunidade, o coloradaço Antônio, pediu para que eu fizesse um "avatar comemorativo" pra comuna. Tá aí o resultado.

Ainda não tá na comunidade? Clica AQUI e participa!

sábado, 3 de maio de 2008

É amanhã! Todos ao Gigante!

Chegou a hora da grande final!

Amanhã o INTER precisa de todo teu apoio colorado! Vamos lotar o Gigante e mostrar quem é a maior torcida do Rio Grande do Sul!

Tenho certeza que os "Guerreiros Colorados" suarão sangue por nós! Vamos fazer a nossa parte apoiando até o apito final!!

Vamo Vamo Inteeeer!

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